BIOGRAFIA

Nicole Mary Kidman , nasceu no dia 20 de Junho de 1967 em Honolulu, Havaí. Filha de Antony Kidman, Bioquímico, psicólogo e autor. Australiano envolvido em movimentos trabalhistas e Janelle Kidman, enfermeira e editor e ligada aos movimentos feministas, Nicole foi esposa do ator Tom Cruise, o qual conhecera durante as filmagens de Dias de Trovão, casaram-se em 24 de dezembro de 1990 e separaram-se em 6 de fevereiro de 2001. Da união o casal tem como fruto a adoção de Isabella Jane e Connor Antony.

Poucos sabem, mas Nicole tem uma grave alergia a abelhas, assim como um medo terrível de borboletas. Tendo cidadania dupla (Australiana e Americana - Nicole nasceu em Honolulu, Havaí, aos 4 mudou-se para a Austrália), Nicole é reconhecida internacionalmente por seu talento nas artes dramáticas, interpretando sempre mulheres independentes e complexas, influencia de sua mãe, uma feminista militante, Kidman teve uma educação um tanto incomum. Sua mãe a obrigava a distribuir panfletos políticos pelas ruas e, em casa, durante o jantar, sua família era obrigada a discutir no mínimo um problema social por dia. O engajamento dos pais acabou por despertar um sentimento de rebeldia na jovem Nicole. Certa vez chegou a furtar uma boneca Barbie de uma loja, pois sua mãe - obviamente, por questões ideológicas - havia se negado a comprar uma.

Desde sua infância, Kidman demonstrava um grande interesse pelos palcos. A primeira de suas paixões foi o balé, que aos poucos foi lhe aproximando de outras artes, como dança, artes cênicas e mímica. Suas primeiras experiências como atriz aconteceram ainda no período colegial, participando de pequenas montagens escolares. Com a chegada da adolescência, sua aparência física incomum - sua alta-estatura, seus cabelos ruivos e sua pele extremamente pálida - começou a lhe causar uma série de problemas. Além de se sentir uma estranha entre suas colegas de classe, Nicole também tinha dificuldades em ganhar papéis para as peças da escola. A saída foi matricular-se no prestigiado Philip Street Theater, onde logo estava chamando a atenção dos colegas e professores. Foi nessa época que a diretora Jane Campion (de O Piano, e também do primeiro filme a ser produzido pela atriz Em Carne Viva, estrelado por Meg Ryan ), então apenas uma estudante de teatro, escreveu-lhe uma carta encorajando o seu trabalho.

Em 1983, com 16 anos de idade, Kidman fez sua estréia nos cinemas com o filme Bush Christmas, um grande sucesso na Austrália. A partir daí não parou mais. Ao longo dos anos 80, a atriz atuou intensamente no cinema e na TV australiana, tornando-se uma estrela no país. Entre os trabalhos desta época estão Bicicletas Voadoras, Aventura Arriscada, A Dança das Sombras, entre outros. Sua estréia em Hollywood aconteceu com o suspense Terror A Bordo (1989), em que interpretava a esposa de Sam Neill.

As coisas estavam apenas começando. Seu trabalho seguinte, Dias de Trovão, marcou o início do seu romance com o galã Tom Cruise, o que, definitivamente, contribuiu para o estrelato da atriz. Os dois casaram-se logo depois do lançamento do filme, tornando-se o casal hollywood no. 1 por mais de 10 anos. Kidman, entretanto, não deixou que a fama do marido a transformasse numa mera senhora Cruise. Continuou batalhando sua carreira, ganhando cada vez mais o respeito do público e da crítica.

Um ano depois do seu casamento, recebeu sua primeira indicação ao Globo de Ouro pelo filme Billy Bathgate - O Mundo A Seus Pés, em que contracenava ao lado do veterano Dustin Hoffman e de Bruce Willis. Seguiram-se Um Sonho Distante (segundo filme ao lado de Tom Cruise), Malícia, Minha Vida (com Michael Keaton ), Batman Eternamente, Um Sonho Sem Limites (de Gus Van Sant - filme que lhe rendeu um Globo de Ouro de melhor atriz, considerado o primeiro divisor de águas da carreira da atriz), Retrato de Uma Mulher (dirigido por Jane Campion), O Pacificador (com George Clooney), entre outros.

Em 1999, atuou pela terceira vez ao lado no marido - a mais bem sucedida das parcerias - no drama psico-sexual, De Olhos Bem Fechados, último filme do mestre Stanley Kubrick, que morreu logo após o término das filmagens. O filme foi mais um marco na carreira da atriz, que recebeu grandes elogios da crítica por sua atuação.

Com a notícia de seu divórcio com Tom Cruise, no final de 2000, Nicole viu sua figura pública (mais do que nunca) ser transformada num personagem de tablóides. O motivo do rompimento teria sido um affair entre Tom Cruise e a atriz espanhola Penélope Cruz - o que mais tarde confirmou-se quando Cruise e sua nova namorada assumiram publicamente o romance. Há também boatos que atriz teria se envolvido com ator australiano - e amigo de longa data - Russell Crowe. Mas nunca sabera-se ao certo o que houve, aliás nem ao menos do interesse do público é, algo assim tão pessoal. Nicole nunca falou sobre os detalhes do fim de seu casamento de dez anos com o ator. Mais de um ano depois, a estrela resolveu contar, em entrevista ao jornal britânico Sunday Express, que o divórcio não foi fácil e que passou por uma experiência "surreal". "Fiquei com a impressão de que, não importa o que fosse acontecer no futuro, nada podia ser pior do que aquilo", disse. Em fevereiro de 2001, Nicole e Cruise se divorciaram e atribuíram a decisão ao chavão da "dificuldade de conciliar a vida em comum com os compromissos profissionais". Segundo Nicole, foi o ator quem, de uma hora para a outra, pediu o fim do casamento. Pouco tempo depois, Cruise assumiu o namoro com a atriz espanhola Penélope Cruz. Para Nicole Kidman, o divórcio foi um golpe violento. "Minha vida foi virada do avesso. Eu sou assunto para fofocas de festas e jantares. Sou apontada e falada. Fico com vergonha, mas faço de tudo para evitar esse sentimento."



Em 2001, sendo a solteira mais cobiçada de Hollywood, Nic, como é conhecida pelos mais íntimos, lançou o musical Moulin Rouge, do diretor Bazz Luhrman, considerado por muitos o melhor filme de 2001 e até mesmo da década, pois através das grandes atuações, figurinos exóticos e direção de mestre, conseguiu revitalizar os musicais na indústria do cinema em uma época recheada de blockbusters. No mesmo ano Nicole lançou Os Outros um suspense de alta qualidade, digna de uma trmaa de Hitchcock, produzido pelo ex-marido Tom Cruise e dirigido e escrito pelo cineasta espanhol Alejandro Almenábar. Ainda em 2001, Nicole, finalizou as filmagens de A Isca Perfeita, filme mais voltado ao mercado independente. O elenco contava com Ben Chaplin e Matthieu Kassovitz. E é claro não poderíamos esquecer do estouro musical, com Something Stupid, dueto de Nicole e Robbie Williams, o qual dizem, Nicole pode ter tido um "affair".

Já em 2002, Nicole foi finalmente agraciada com merecidos e diversos prêmios pela sua magnírfica atuação em As Horas, de Stephen Daldry, baseado no livro de Michael Cunningham. No longa, a atriz interpretava Virginia Woolf, escritora de renomado romance mundial, Mrs. Dalloway. Uma mulher complexa e cheia de camadas, construídas aí por Nicole.

Logo em 2003, chegou a vez de Nicole enfrentar e se aprofundar no cinema independente, sendo dirigida pelo talentos e inovador diretor, Lars Von Trier, em Dogville, intepretando Grace. Para muitos críticos e fãs, a performance de Nicole no longa de Trier é a melhor da carreira da atriz. No mesmo ano, Kidman, lançou mais dois filmes, Cold Mountain, do diretor de O Talentoso Ripley, e Revelações, ótima produção, infelizmente, ignorada pela Academia, com Anthony Hopkins. Foi também neste ano em que Nicole estreiou como produtora no filme Em Carne Viva, com Meg Ryan e Mark Ruffallo e dirigido pela amiga de longa data, Jane Campion.

2004 foir representado por Nicole em duas produções, Mulheres Perfeitas de Frank Oz, e o drama independente, Reencarnação, o qual causou polêmica por Nicole ter cenas muito insinuantes, até mesmo um beijo na boca, com o ator mirim Camero Bright, o filme era dirigido pelo mesmo de Sexy Beast, e com roteiro dos mesmos de A Insustentável Leveza do Ser e Danton.

Chegando em 2005, Nicole fez o blockbuster com uma mensagem séria, em A Intérprete, de Sydney Pollack, que contava ainda com a participação de Sean Penn . O filme fora a realização de um dos desejos dos fãs de ambos atores, que após ganharem o Oscar queriam muito contracenar juntos. Após interpretar a intérprete das Nações Unidas, Silvia Broome, em A Intérprete, Kidman passou da água para o vinho em A Feiticeira, nova versão da série homônima da tv americana, desta vez dirigida por Norah Ephron, de Mensagem para Você, e que trazia no elenco Will Ferrell, Shirley MacLaine e Michael Caine.

Agora em 2006, Nicole nos surpreende com outra história reveladora e especial, em Fur - A Pele, a atriz tem tudo para levar outro Oscar, pela sua performance com a fotógrafa Diane Arbus, que cometera suícidio nos anos 70, no auge de sua carreira, sem motivo aparente, sendo dirigida por Steven Shaineberg, visionário diretor de Secretária. Ainda, Kidman, aparece na animação Happy Feet: O Pingüim, dirigida por George Miller, de As Bruxas de Eastwick. Nicole cantará na animação ao lado de Hugh Jackman. A atriz surpreendeu a todos também com o seu casamento com o cantor country Keith Urban. O casal parece estar muito apaixonado e Nicole está mais sorridente do que nunca.

Para os próximos meses e anos Nicole promete. Com o já finalizado The Invasion, do diretor de 'A Queda!, ou com o mais novo projeto de Noah Baumbach, diretor do magnífico A Lula e a Baleia. Ainda, Austrália, uma espécie de E O Vento Levou, no qual Nicole volta a ser dirigida por Baz Lurhmann e contracenar com Hugh Jackman, e claro, Headhunters, segundo projeto de Nicole como produtora.



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